Na manhã seguinte, o sol invadiu o quarto devagar, tingindo os lençóis de um tom dourado suave. Nicholas já estava acordado há algum tempo, apoiado no cotovelo, observando o rosto de Maya enquanto ela dormia. A sua mão repousava com extremo cuidado sobre a barriga dela, como se estivesse tocando algo frágil e precioso ao mesmo tempo.
Quando Maya abriu os olhos, ele sorriu — um sorriso pequeno, mas verdadeiro, que fazia os olhos escuros dele brilharem de um jeito que poucos conheciam.
— Bom dia