Capítulo 35 - Para cada ponte construída...
CAPÍTULO XXXV
PARA CADA PONTE CONSTRUÍDA...
Beatriz acordou em meio à maciez das sedas e espreguiçou longamente, preguiçosa como um gato. Estava nua como de costume e o vento frio da manhã, que irrompia pelas janelas abertas, causavam-lhe agradáveis arrepios.
Levantou-se e parou frente ao espelho, atenta a admirar suas formas generosas. Considerava-se perfeita. Irresistível. Acariciou a si mesma. Amava-se como jamais seria capaz de amar outro ser vivo.
Aquele seria um di