Laura Martins:
— Mamãe... Mamãe... — a voz de Maya é um sussurro insistente. — Mamãe, acorda — ela continua cutucando meu rosto com seu dedinho.
Abro os olhos devagar, piscando contra a luz.
— Oi — murmuro, minha voz rouca, ainda grogue de sono.
Vejo o rostinho de Maya, seus grandes olhos verdes me observando.
Espreguiço-me, ainda meio zonza. A claridade do dia já está forte, e eu não faço ideia de que horas são. Antes que eu possa perguntar a Maya o que houve, ouço batidas firmes na porta.
Resm