Valéria subiu as escadas e, sem explicação, a porta se fechou sozinha. Ela desceu para tentar abri-la, porém não tinha maçaneta.
— Que droga! — reclamou. — Qual o problema das pessoas deste mundo com as maçanetas?
Não havia outro jeito, tinha que continuar. Andando pela extensa galeria, ela analisou a planta mais um pouco. Havia um X marcado em determinado ponto; seria para lá que ela teria que ir.
A porta tinha o número cento e doze; felizmente, tinha maçaneta. Ela a abriu com vagareza e deparo