Narrado por Isabella Volkov
O som da primeira explosão nos portões norte fez o chão tremer sob meus pés. O pânico tentou subir pela minha garganta, mas a mão de Lev no meu braço era como uma âncora. Dante e Marco apareceram no corredor, ambos armados até os dentes, com olhares que prometiam carnificina.
— Agora! — Dante rugiu. — Para o bunker!
Ele não estava pedindo. Ele nos guiou, quase nos empurrando, em direção à biblioteca, onde uma estante de carvalho escondia a entrada para o abrigo subte