Quando saí do banheiro, ainda vestida um roupão, ouvi a porta abrindo e fechando. Meu coração deu um salto instantâneo, um reflexo condicionado pelo medo, antes que meu cérebro lembrasse que era a Alana. A chave dela tinha um chaveiro da Barbie que fazia um barulho de sino..
— Mãe! — sua voz, um cantinho de sol, invadiu o apartamento.
Sai do quarto e lá estava ela, minha luz, com seu uniforme de jiu-jítsu, o cabelo preso num rabo de cavalo desleixado e um sorriso que iluminava o corredor inteir