O peito dele subia e descia num ritmo acelerado, os olhos estavam vermelhos, injetados. Havia raiva, dor… e uma fúria que eu conhecia muito bem.
Ele avançou até nós como um furacão.
— O que diabos tá acontecendo aqui, Larissa? — ele rosnou, olhando diretamente pra Guilherme como se quisesse atravessá-lo com os olhos.
— Isso não é da sua conta. — falei firme, me colocando de lado, entre os dois.
Guilherme ergueu uma sobrancelha e cruzou os braços.
— Ele ainda tá te atormentando? — me perguntou c