— Se continuarem crendo que devem fazer mal a tudo que amo… tudo dará errado! — O menino desabafou, derramando vítreas lágrimas.
— Não podem tocar o que amamos… — Ela acariciou sua cabeça.
Sigmund chorou por muito tempo, incansavelmente.
As lágrimas vertendo de seus olhos apaziguavam o cenário, escoavam o rubro e retornavam normalidade ao vasto deserto.
— Posso cuidar de ti? — pediu, deitando-o. — Feriu-se muito… antes de acordar é necessário cuidado.
Ele apenas assentiu e fechou os olhos.
Usan