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Cedo, no dia seguinte, Sigmund despertou.

O corpo ainda doía, mas a cabeça e a garganta estavam melhores.

Deixando o quarto, ele olhou para a entrada do monastério e o sol não nascera, apesar do púrpuro amanhecer cobrir o céu, ao longe.

— Bom dia! — Ele cumprimentou um dos monges. — Preciso de roupas. Dada a proibição de U Ketu, não posso ir em casa.

— Bom dia, Maung Sigmund. Espero que tenha tido um bom sono. Sayadaw Ketu pediu para o levarmos a sua presença. Pode ter com ele, enquanto providencio suas vestes, seu banho e sua refeição?

— Tenho escolha!? — perguntou, descontente.

O monge não o respondeu, apenas seguiu ao salão onde Ketu estava.

— Sayadaw Ketu, Maung Sigmund acabou de deixar seu aposento e conforme fora pedido, o trouxe a sua presença.

— Agradeço! — Ketu os cumprimentou. — Aproxime-se.

Sigmund aproximou-se, cautelosamente.

— Sente. Precisamos conversar sobre o ocorrido ontem.

— Não há o que dizer. Daw Ranna Gyi trilhou os caminhos, entre vida e morte, e senti
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