Capítulo 11
No quarto luxuoso.

Uma mulher chorava sem parar, soluçando enquanto implorava por piedade, mas isso não despertava nem um pingo de compaixão no homem sobre ela. Pelo contrário, Murilo movia-se com ainda mais intensidade, como se estivesse descontando toda a sua raiva.

Foi só quando Murilo soltou um gemido abafado que a mulher finalmente parou de chorar. O quarto mergulhou em silêncio, interrompido apenas pelas respirações ofegantes dos dois.

Após alguns instantes, Agatha soltou os ombros dele e, com os olhos vermelhos, reclamou de forma manhosa:

— Que horror! Achei que eu não fosse aguentar mais!

Murilo riu enquanto beijava o pescoço dela:

— Foi você que começou, sabia?

Agatha, sentindo cócegas com os beijos dele, tentou se esquivar enquanto soltava uma risadinha:

— Você é mesmo insuportável!

Murilo olhou para o rosto encantador dela, e sua garganta apertou de desejo novamente. Ele estava prestes a continuar quando um som vindo do lado de fora interrompeu seus pensamentos.

DONG!

O baru
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