DOMINIC THORNE
Caminhei até o elevador executivo sem diminuir o passo, as solas dos meus sapatos de couro italiano batendo no piso de mármore como uma contagem regressiva para a destruição.
Cheguei ao último andar. Marcus, o meu vice-presidente e braço direito, estava parado em frente às portas de vidro fumê da sala de reuniões panorâmica. Ele segurava uma pasta de couro preta nas mãos, e o rosto dele estava pálido.
— Senhor Thorne. Graças a Deus a senhora Grace e a menina Victoria estão bem —