Na cidade A, em um hospital privado.
Rodrigo estava sentado na cadeira de rodas, olhando friamente para Daniel.
Daniel, um tanto constrangido, forçou um sorriso. Ele, na verdade, também não queria estar ali, mas não tinha escolha. O Grupo Santos precisava dele.
Ele tentou argumentar novamente:— Senhor Rodrigo, o presidente realmente está doente. A empresa precisa que o senhor volte para assumir a administração.
— Ele está doente? Que milagre.— Rodrigo zombou.
Daniel fingiu não ouvir o comentário