Eu procurei ficar calma, enquanto ele estava em pânico.
— O quê?
— Ela está grávida — eu repeti tranquilamente.
— Não pode ser!
Eu ergui os olhos, descansando os talheres calmamente no meu prato.
— Não se preocupe, meu querido, esse filho não é do Arthur!
Romeu meneou a cabeça impaciente e passou as mãos pelo rosto, indignado.
— Por isso não a queria aqui! Viu como eu tinha razão? Ela tentou dar o golpe da barriga no meu filho!
Minha voz saiu cansada, carre