Eu estava preparada para ele. Sem fazer nenhum ruído, peguei o punhal de trás do travesseiro. Respirei fundo e senti alegria por saber que ele estava ali. A hora dele havia chegado.
Retirei o punhal da bainha e me pus sobre ele, colocando a lâmina pontiaguda no seu pescoço.
A cortina balançou com o vendo e a luz da lua cheia iluminou o quarto. Vi Andrew imóvel, com os olhos abertos, me encarando.
Ele levantou os braços calmamente e disse:
- Me mate, Chapeuzinho. Mas não antes de fazer amor comi