Assim que Pauline e Alexia se foram, eu sentei na poltrona e deixei as lágrimas mais uma vez invadirem meus olhos, escorrendo quentes pela minha pele. Mandá-las para longe doía tanto quanto saber que Aimê estava doente e o tratamento poderia não dar certo. As chances dela, embora existissem, eram poucas.
Estevan trancou a porta da sala de estar do hospital com a chave e ajoelhou-se no chão, deitando a cabeça sobre minhas pernas e chorando feito uma criança. Minhas lágrimas se misturavam às dele