Por Choi Ha-na
A noite de quarta-feira chegou, e eu estava absurdamente nervosa. Resisto à vontade de abrir a garrafa de vinho na geladeira; ficar bêbada antes não vai ajudar em nada e ainda é mais arriscado do que o normal.
Olho para o relógio, percebendo que só faltam cinco minutos para às 21h. Já avisei a todos que iria receber um hóspede hoje, e que ele teria acesso ao meu apartamento. Dou uma olhada ao redor. Esse lugar é o que realmente chamo de lar. O outro, que todos pensam ser a minha