"Papai! Papai!" ela gritou, alheia à tensão que pairava entre nós.
Devin zombou e tentou se afastar, mas Cecil jogou os braços em volta das pernas dele. Seus olhos dispararam de volta para mim, e ele sorriu.
"Senti sua falta, papai. Quando você volta para casa?"
Ele sorriu. "Depende, Cecil... Da sua mãe."
Eu o encarei. O filho da puta.
"O que você quer dizer?" Ele se ajoelhou.
"Sua mãe não quer que eu volte para casa. Você não acha que isso é maldade?"
"... É porque você não é tão legal com ela