"Não foi culpa dele!"
A tensão crepitava no ar. Eva tremia. O ar faiscava com magia. Seus olhos brilharam.
"Eles o forçaram."
"Eu sei disso." Procurei seu rosto.
"Então, por que você o está segurando aqui? Ele está ferido! Ele precisa de ajuda."
"Ele está recebendo toda a ajuda possível," eu disse gentilmente, procurando em seu rosto algum vislumbre de reconhecimento. Não havia nenhum. Era enervante. A desconfiança cresceu em mim como um incêndio. Não havia dúvidas de que era Eva. Sua magia pare