Eu estava encostada na parede do hospital, sem forças e incapaz de falar devido à dor. Lágrimas de desespero escorriam silenciosamente pelo meu rosto. As palavras de Larissa na noite no iate ecoavam na minha mente:
“O que você acha? Para eles, quem é mais importante? Você ou eu?”
Agora eu sabia a resposta. Larissa era a prioridade. Eu era apenas uma presença insignificante, alguém completamente descartável.
Pouco tempo depois, o médico da emergência chamou um cirurgião ortopédico. Decidiram que