O relógio marcava pouco depois das sete da manhã quando Aurora girou a chave da porta da Florescer.
O sino preso à entrada tilintou suavemente, anunciando mais um dia de trabalho.
Ela permaneceu imóvel por alguns segundos, apenas observando o interior da loja.
Ainda lhe parecia inacreditável que aquele lugar fosse seu.
As prateleiras de madeira clara exibiam pequenos vasos de cerâmica cuidadosamente organizados. Nas paredes, trepadeiras naturais contornavam nichos iluminados por uma luz quente,