Semanas depois…
Ele abre a porta do quarto e entra, lançando-me um olhar ameaçador. Sinto uma onda de apreensão percorrer meu corpo, pressentindo que esta noite não escaparei com vida. Carl caminha até o armário onde guarda seus chicotes, escolhe um deles e se aproxima de mim. Agachando-se levemente, ele desliza o dorso da mão em meu rosto, em seu rosto há um sorriso sinistro.
Em seguida, ele se levanta e me empurra ainda mais para baixo, já que estou ajoelhada. Com um tom de autoridade, ele de