O ódio era o que me movia após esse tapa que levei do meu pai, pela primeira vez, derrubei todas as minhas coisas no chão, era horrível esse sentimento de impotência de não poder simplesmente arrumar as minhas coisas e ir embora.
Minha mãe, ao ouvir o barulho das coisas caindo pelo chão, vem até onde estou.
— Natasha, abra essa porta, filha, abra a porta. — Mamãe grita desesperada.
Chorando bastante, quebro tudo o que vejo pela frente, ouvi o meu pai falando alto do outro lado da porta.