54. ALINA
ALINA
O almoço continuou e eu fiquei calada, vendo Otton e Malvino conversarem. Dei graças a deus quando o mesmo falou que já ia embora.
— Malvino, a nossa conversa está maravilhosa, mas tenho que ir, estou com muito trabalho acumulado, inclusive os seus. — Otton fala.
— Eu também tenho que ir, foi um prazer, Otton — Malvino e Otton trocam um aperto de mãos.
Para mim, somente olhares indecifráveis. Não sei se ele está me odiando ou gostando de mim.
Ao voltarmos para a empresa, fico sen