— Suzana, se você continuar tão nervosa, vai acabar se prejudicando quando chegar o dia da audiência. – Priscila não aguentava mais o nervosismo da amiga.
— Não consigo me controlar, tenho medo do juiz me obrigar a entregar a Sofia. Eu só tenho a guarda provisória dela. Agora que o pai pediu a guarda, posso ser obrigada a entregá-la. – Só de pensar nessa possibilidade, Suzana tinha vontade de chorar.
— O Theodoro não tinha dito que um advogado iria com você?
— Disse, mas...
— Para, Suzana, não