Calor! Era isso que Suzana sentia com o rastro de beijos que Théo estava deixando no seu corpo. Assim que Sofia caiu no sono depois de chorar, Suzana foi engolida por beijos e abraços que estavam tirando o seu fôlego. Hoje ele estava mais afoito do que ela se lembrava, e todo seu corpo doía para tê-lo dentro de si. Quando a boca dele mordeu o bico do seu seio, um gemido profundo escapou dela. Como era bom estar nos braços dele. Ao lado de Théo, toda a sua vida parecia ganhar força.
— Esse maldi