234. A MORDIDA QUE NÃO VEIO... MAS A BOCA SIM
NARRADORA
— É assim que construímos no pântano, pra ficar seguros contra enchentes e alguns predadores.
Ele respondeu, e Ana não entendia por que, se a vida era tão difícil ali, ainda insistiam em continuar na mesma área.
— Você gostou? — ele perguntou colando-se às costas dela e envolvendo sua cintura, pele contra pele, e o coração de Ana acelerou ao sentir aquela coluna dura roçando entre suas nádegas.
— Sim. Obrigada por ser tão atencioso — disse ela, olhando praquele lugar selvagem como ele