A respiração de Sarah vinha em arfar descompassado, seus olhos arregalados fixos na figura diante dela. Mas já não era um lobo. Era Dário. Sempre fora Dário.
— Não… — Sua voz saiu falha, quase inaudível. — Isso não pode ser real.
Dário deu um passo à frente, sua expressão era calma, mas seus olhos carregavam um peso que ela não conseguia compreender.
— Sarah… eu sei que isso é muito para você processar.
— Processar?! — A palavra saiu como um sussurro carregado de incredulidade. Ela balançou a c