Mundo de ficçãoIniciar sessãoA maçaneta girou.
Alessandra segurou minha mão com uma força pequena, quase infantil. Não era o tipo de gesto que combinava com ela. Alessandra sempre parecia pronta para arranhar, ironizar, posar ou destruir alguma coisa antes que destruíssem ela. Mas ali, de jaleco amassado, vestido vermelho e rosto lavado de choro, ela parecia só uma mulher que tinha entendido tarde demais que também estava dentro da armadilha.— Não me deixa sozinha — ela sussurrou.Eu não respo






