Luna
Hoje é meu último dia aqui no México, e eu decido passá-lo agarrada à minha avó Lupita. Estamos no quarto dela, aproveitando cada segundo juntas. Conversamos sobre tudo e nada, rimos de histórias antigas, e, às vezes, só ficamos em silêncio, sentindo a presença uma da outra. É um momento que parece fora do tempo, como se o resto do mundo tivesse parado para nos deixar aproveitar isso.
Ela passa os dedos nos meus cabelos enquanto me conta sobre os tempos em que cuidava do meu pai e do meu