Capitulo XLVII

Ária Duarte

Arrumei as minhas coisas vendo Rodrigo de pé me olhando, meu sangue ainda fervia nas veias, o pai dele é um canalha, e pelo visto o filho também.

- Então já que não quer dinheiro o que você quer?- Perguntou sério, me fazendo ri entre lábios, o avaliei de pé no seu costumeiro jeito de ficar, de pé como senhor perfeitinho qualquer.

- Que suma da minha frente!- Joguei tudo dentro da caixa, indo em direção a porta em seguida, mas segurou o meu braço, me fazendo odiar perder todo o trab
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