Samanta
Eu sempre quis ser diferente, ser como as outras pessoas. Desde o momento em que nasci, fui tratada como lixo, descartada sem cerimônia. A mulher que me colocou no mundo não se deu ao trabalho de me entregar nos braços de alguém; ela simplesmente me deixou na frente de um orfanato, na escuridão fria. Quando me encontraram, meu corpo estava tão gelado que eu poderia ter me transformado em uma estátua de gelo. Não sei como não morri, sendo um recém-nascido tão frágil. Bebês são sensíveis