Emma
— Desculpe-me por ontem! Eu não queria ter sido tão estranha com seus pais. — Realmente, sinto-me mal. Remoí essa questão a noite inteira. — Acho que causei uma péssima impressão.
— Não tem que se desculpar. Eles amaram você. E a culpa foi minha, por tê-la forçado a ir comigo. — Passa seus braços ao redor da minha cintura, unido os nossos corpos quentes.
Não sei se gosto ou se odeio esse momento, pois sempre que acontece e estamos em uma conversa séria, meu corpo só pensa no quanto ele é