Era a primeira vez, desde que deixamos meu apartamento rumo à casa — ou melhor, à mansão — de Noah, que eu deixava Aurora sozinha. Eu sei, precisava aprender a confiar na Rosa. Ela cuida da minha filha como ninguém, é óbvio. Mas ainda assim, havia um pino solto dentro de mim, aquele receio silencioso que sussurra nos momentos mais improváveis. Mesmo assim, eu precisava focar. Trabalho. Rotina. Eu estava segura. Estávamos numa casa segura.
Passei quase toda a manhã diante do computador, resolven