Sentada à mesa do café da manhã, com as mulheres ao redor, sentia-me estranhamente quieta em meio à empolgação que permeava a conversa. Enquanto elas compartilhavam histórias de seus encontros e os aspectos que mais haviam gostado nos rapazes, meu silêncio imperava. Minha mente teimava em voltar a um rosto, o de Nico, um homem que parecia ser feito de pura aventura, destemido e sem medo de nada. Era tudo o que eu não era.
Eu, Hanna, sempre preferi ter os pés firmemente plantados no chão, buscan