Quantas vezes eu já disse a mim mesma para tomar cuidado com aquele idiota? Incontáveis. Não havia número suficiente no universo para descrever o quanto eu deveria me afastar dele — ou o perigo que eu corria por insistir em ficar por perto. Encontrá-lo naquele dia foi assustador. Não porque ele fosse um monstro, ao menos não do tipo comum. Talvez fosse um monstro de corações, um devorador deles. Mas o verdadeiro medo vinha do que ele despertava em mim.
Era interessante, ainda que aterrorizante.