"Érick"
A Infernal rugia como sempre, um turbilhão de luzes neon, fumaça de charutos caros e o som pulsante que parecia vibrar direto no meu crânio. Mas, para mim, o lugar estava deserto. Eu já tinha andado pela boate, observado cada peruca colorida ali, mas a minha capetinha ainda não tinha dado as caras. Eu tinha certeza de que ela estava se escondendo de mim e eu não iria embora sem vê-la.
Eu estava no camarote há duas horas, girando o gelo no quinto copo de uísque que estava em minha mão. M