— Não!...não! Essa é terrível. — Juliana resmungou enquanto jogava minhas roupas para trás dela. Sentei preguiçosamente na minha cama, laqueando minhas unhas e observando-a.
Por que eu deveria me preocupar em escolher minha roupa quando tenho ela pra se intrometer nisso?
Ela pegou outro vestido e olhou para ele por um minuto antes de se virar para mim e segurar o tecido na frente dela.
— Não! — ela jogou o vestido para longe e ele caiu no meu rosto. Com uma carranca no rosto, eu o joguei