As barras de ferro da minha cela fizeram barulho e olhei para cima para ver minha irmã parada ali, segurada protetoramente pela mesma pessoa que me atacou no elevador.
Eu o ignorei e corri para as barras para ter uma visão melhor de Juliana, que sorriu largamente para mim, exibindo seus dentes brancos. Ela não ficou magra para alguém que está em cativeiro há um mês.
Juliana se livrou do aperto do homem e estendeu as mãos para mim entre as barras.
— Eu estava terrivelmente preocupada com