“Você é minha, Irina. E eu sou seu.”
Maxim Volcov.
Eu movi meus dedos delicadamente, explorando sua intimidade com toques leves, provocando-a. Eu podia sentir o calor dela aumentando, a umidade se acumulando à medida que seu corpo respondia ao meu. Quando ela começou a gemer, eu sabia que ela estava pronta, que ela queria mais.
“Você está tão molhada para mim,” eu disse, minha voz um sussurro rouco. “Eu quero te fazer sentir coisas que você nunca sentiu antes.”
Com cuidado, eu deslizei dois dedos dentro dela, sentindo a resistênci