Rafael dirigiu a noite quase toda em direção ao interior, com Ana Cláudia ao seu lado sentindo dores e exibindo marcas de agressão.
— Ele te bateu, não foi? — Rafael questionou, preocupado com a condição de Ana.
Ela confirmou:
— Sim, mas por favor, acelera um pouco mais. Sinto que se eu não chegar a um hospital, vou morrer de tanta dor.
Rafael tentou acalmar a mulher:
— Você não vai morrer, Ana, aguenta firme!
Ele pisou mais fundo no acelerador, e finalmente chegaram a uma pequena cidade próxim