Gabriel arrastou a cadeira e se levantou devagar, sem encarar Giana outra vez.
— Vou para o escritório. Quero ficar sozinho.
— Gabriel…
— Giana, por favor. — interrompeu, já caminhando em direção ao corredor. — Só… me dá essa noite. É o mínimo.
Ela não respondeu. Apenas ficou ali, à mesa, olhando para o lugar vazio onde ele estivera segundos antes. O som dos passos dele ecoou até o clique suave da porta se fechar.
O escritório era o único cômodo da casa que ainda carregava o cheiro origina