As palavras do velho lobo ressoavam em minha mente como um tambor fúnebre, cada sílaba um peso que fazia minha loba uivar, inquieta, enquanto eu atravessava o corredor úmido nos fundos do bar clandestino. O ar era frio, carregado de mofo e um leve odor de ferro, como se o próprio lugar sangrasse segredos. Minha respiração saía em baforadas visíveis, condensando-se na penumbra, e o casaco de couro rangia a cada passo, o tecido áspero roçando minha pele gelada.
Minha loba rugia, um fogo primal q