Meu lobo rugia, a fúria queimando como brasas em meu peito.
Eu atravessava a floresta de cinzas, o corpo ainda na forma Lycan, o pelo escuro grudado com sangue seco.
Cada passo ecoava na terra fria, o cheiro de pinheiros mortos misturando-se à dor pulsante dos ferimentos.
A derrota na clareira me consumia, a humilhação de fugir como um covarde diante de Ayla e Damian corroendo minha alma.
Morgana, aquela bruxa traiçoeira, havia me abandonado.
Cheguei ao esconderijo, uma caverna oculta onde