PETER MARINO
O salão da fundação estava cheio de vida. O som de crianças correndo, o riso das mulheres que antes carregavam semblantes pesados e agora esboçavam sorrisos genuínos. Era impossível não sentir um aperto no coração, mas dessa vez, não de tristeza. Era uma mistura de gratidão e alívio.
— Você está pensativo, Peter. — Katy apareceu ao meu lado, sorrindo, enquanto ajeitava o cachecol em volta do pescoço.
Dei de ombros, ainda com o olhar fixo nas mesas repletas.
— Só estou... proces