A manhã começou de maneira estranha. Quando abri os olhos, a luz suave do sol já iluminava o quarto, mas algo estava diferente: Carlos não estava ao meu lado. Isso era incomum, quase alarmante. Ele tinha o hábito de ficar na cama até que eu acordasse, como se quisesse garantir que nossa primeira troca de olhares fosse o início do dia.
Levantei-me, tentando afastar o desconforto que começava a crescer em mim. Vesti uma camisa de seda branca e uma calça de alfaiataria preta, ajustada na cintura.