APRIL
Acordo com uma sensação estranha, como se estivesse flutuando. Meus pés não tocam o chão. O ambiente ao meu redor é enevoado, distorcido, irreal. Espera… eu estou sonhando?
— April! Até que enfim conseguimos nos comunicar! — A voz ecoa no vazio.
Me viro bruscamente e vejo duas silhuetas conhecidas emergindo da névoa.
— Ranica? Eliezer? — Minha voz sai em um sussurro, incrédula.
— Sim. Eu sei que parece… como você diz mesmo? Bizarro? — Ranica sorri de leve. Eu concordo com a cabeça, sentin