JARED
Eu ainda conseguia sentir o som ressonante em meus ouvidos. Meu rosto ardia.
Droga! Aquelas mãozinhas com certeza têm muita força.
Por que ela tinha que mentir sobre a minha mãe? Ela não tinha o direito de simplesmente falar mal dela.
Caí na cama quando a porta se abriu e Julian entrou.
— Seu bastardo! O que você fez com ela? — Julian disse me encarando, seus olhos estreitados maldosamente, acertando um soco que me mandou de volta para a cama.
— Você não deveria estar na cama, dormindo?