O banheiro era imenso, revestido de mármore escuro, espelhos enormes e uma iluminação difusa e intimista. Vincenzo se virou para mim, a respiração audível no silêncio do cômodo.
— Você achou engraçado me provocar na mesa, mia bambolina? — ele rugiu baixinho, avançando como um predador. — E depois deixa aquele verme olhar para o que é meu?
— Vincenzo... — seu nome saiu como um sussurro sôfrego. O medo misturado ao desejo puro estava me deixando tonta.
— Você quer brincar com o perigo? — el