Mel o abraçou pela cintura, e ele sorriu de verdade dessa vez, inclinando-se para beijar o topo da cabeça dela.
A voz dele veio calma demais.
Controlada demais.
Eu sustentei o olhar.
— O senhor quer dizer com a Mel.
O canto da boca dele se moveu quase imperceptivelmente.
— Não. Com vocês duas.
Ele desviou os olhos para Mel e suavizou a expressão.
— E então, minha princesa… posso fazer companhia para vocês?
— Claro que sim, tio! Eu amo quando você pode ficar comigo!
A sunga