— Vou tomar um banho — disse, já abrindo o cinto.
— Depois providencio algo para você comer. Posso ouvir seu estômago roncando daqui.
Eu ainda o encarava quando respondi:
— Se quer tanto que eu morra, por que não me deixa morrer de fome? Por que se preocupa em me alimentar?
Minha voz saiu mais frágil do que eu gostaria.